Após Exonear quase 700 Cargos Fantasmas e reduzir para 10% os cargos de indicação política, Ministro STF manter o Desembargador Ricardo Couto na Cadeira de Governador para desespero de Douglas Ruas.

 A faxina iniciada pelo governador interino deve continuar no Estado.

Em uma decisão que mantém o tabuleiro político fluminense sob forte neblina, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido para alteração no comando do Executivo do Rio de Janeiro. Com a canetada, Ricardo Couto permanece como governador em exercício, frustrando as expectativas de mudança imediata após a troca de comando na Assembleia Legislativa (Alerj). A decisão de Zanin reforça o entendimento de que a recente eleição de Douglas Ruas para a presidência da Alerj não possui o condão de atropelar o rito já estabelecido pela Suprema Corte, Douglas Ruas está preocupado com as auditorias e cortes de cargos fantasmas 👻 👻 👻 feito por Ricardo Couto.


O ministro foi enfático ao pontuar que a permanência de Couto — que preside o Tribunal de Justiça e assumiu o cargo interinamente — não é fruto de uma vontade isolada, mas sim de uma decisão colegiada do plenário do STF. O presidente do TJ-RJ deve seguir no cargo até que o mérito da questão seja definitivamente julgado. Não há necessidade de nova deliberação enquanto o julgamento principal estiver suspenso. O cenário é de uma queda de braço institucional. De um lado, a Alerj buscou o ministro Luiz Fux, relator de outro processo correlato, defendendo que Douglas Ruas deveria ascender ao Palácio Guanabara por estar na linha sucessória natural como chefe do Legislativo. 


⚖️ O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta semana a análise jurídica sobre a continuidade de Ricardo Couto na chefia do Executivo fluminense. Atualmente, Couto — que preside o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro — ocupa o cargo de governador interino. A discussão na Corte foca na possibilidade de manter o desembargador no Palácio Guanabara até a realização do pleito de outubro, garantindo estabilidade administrativa ao estado até que o novo governador eleito tome posse.

A administração estadual do Rio de Janeiro estuda encaminhar ainda neste mês uma proposta para reduzir o número de cargos comissionados nas secretarias estaduais. Atualmente, cerca de 15 mil funções desse tipo estariam ocupadas sem concurso público, com custo mensal superior a R$ 100 milhões aos cofres públicos. A intenção é estabelecer um limite de até 10% do total de servidores em cada uma das 32 pastas do governo. A medida vem sendo tratada pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, dentro de um pacote voltado ao controle de despesas e reorganização administrativa. Além da economia prevista, a proposta também responde ao crescimento desse tipo de vínculo nos últimos anos e ao debate sobre eficiência na máquina pública.


Grande parte da população é a favor de manter Ricardo Couto até o final de dezembro como governador inteiro no comando do Rio, a faxina está surtindo efeito.


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